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12

dez

2011

Taradão da praia ataca criancinha

Homem é flagrado por guarda-vidas, na praia do Porto da Barra, bolinando uma menina

Rodrigo Meneses


Taradão da praia ataca criancinha / Foto: Márcia Santana

Após receber denúncia de que um homem estava dentro d’água bolinando crianças, na Praia do Porto da Barra, o soldado Marcus Paraíso, guarda-vidas do Grupamento Marítimo (Gmar) do Corpo de Bombeiros da Bahia, resolveu pegar o tarado no flagra.

Marcus tirou o fardamento e ficou no mar, próximo ao tarado, durante 40 minutos, esperando ele agir. O acusado chama-se João Paulo Cathala Loureiro de Carvalho, 35, autuado em flagrante por estupro de vulnerável.

“Quando ele apalpou a criança, eu o prendi. Isso é intolerável. Precisamos moralizar a praia do Porto da Barra”, disse o guarda-vidas. A vítima é uma menina de oito anos, filha de uma comerciante da praia. “Ele ficou atrás de mim, roçando. Aí, eu falei: ‘Me solta moço’. Ele olhou para mim e deu risada. Corri para chamar a minha avó”, relatou a criança, na delegacia, antes de ser ouvida.

 

Livre da fúria: Salvo pelo Esquadrão Águia

Depois que o soldado Marcus Paraíso prendeu João Paulo, dois PMs do Esquadrão Águia ajudaram a conter a fúria da população, que tentou espancar o pedófilo. Ele ainda levou um soco no supercílio. Paramédicos do Samu atenderam  o acusado ainda na 14ª DT. João Paulo ficará preso nas celas da Delegacia da Mulher (Deam).

 

Foto: Márcia Santana / Ag. A TARDE

Na delegacia: Acusado, que foi agredido por banhistas, é atendido pelos médicos

 

‘Não tenho nada a falar’

A delegada plantonista da 14ª DT (Barra), Izabel Garrido, informou que quem pratica sexo ou outros atos libidinosos com menores de 14 anos pode ser enquadrado pelo crime de estupro de vulnerável (artigo 217 A do Código Penal).

A pena varia de oito a 15 anos de prisão. “Ele não se pronunciou. Disse que só irá falar em juízo”, conta a delegada, que lavrou o flagrante. João Paulo disse que é estagiário de corretor de imóveis e mora sozinho em Salvador. Ele é natural da cidade de Valença, no Baixo Sul da Bahia.

“Não tenho nada a falar. Compreenda a minha situação”, disse o pedófilo, ao ser interpelado pela reportagem. João não tinha antecedente criminal. Ele permanecerá preso à disposição da Justiça.




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