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notícias


11

dez

2012

Matadores atacam na hora do rango

Soldador Luiz Carlos Barboza dos Santos é morto ao chegar em casa para almoçar

João Eça


Matadores atacam na hora do rango / Fernando Amorim

Além de assassinos, os matadores que executaram o soldador Luiz Carlos Barboza dos Santos, 27 anos, também agiram com muita covardia. Conforme o delegado Cláudio Oliveira, do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), a vítima foi atacada pelas costas, na porta de casa, quando chegava para almoçar, por volta das 12h de ontem.  O crime ocorreu na Avenida Valéria, 2ª Travessa, na localidade  Boca da Mata de Valéria, bairro Valéria. A região fica perto do local conhecido como Rua do Carvão.  Luiz trabalhava na oficina mecânica do pai, que fica perto da residência.

Até o final da tarde de ontem, o delegado Cláudio Oliveira não tinha pistas sobre quem poderiam ser os assassinos. “A primeira linha de investigação é a hipótese de vingança. Ainda não sabemos por qual motivo. Mas, nada está descartado. A mulher dele disse que ele não usava drogas, não era envolvido com o tráfico e não tinha inimigos”, informou o delegado do DHPP.  Após ser atingido pelas costas, o soldador caiu com a barriga para o chão, no corredor de acesso à residência.

 

Polícia sem pistas

Luiz foi atingido com cerca de oito tiros de pistola 380, nas costas e parte posterior da cabeça, segundo o delegado. No momento do assassinato, Luiz estava de calça jeans e sem camisa. Ele morava no imóvel com a mulher, de prenome Jussara. O casal estava junto há três anos e não tinha filhos. Jussara disse ao delegado que havia saído de casa quando recebeu uma ligação informando que o marido estava morto. A Polícia Civil ainda não sabe se o assassino do soldador estava a pé, de moto ou de carro.


Tinha bronca na polícia

No local do crime, prevaleceu a ‘lei do silêncio’, ou seja, nenhum vizinho ou parente da vítima forneceu informações sobre os matadores. Luiz Barboza já tinha ficha na polícia. Em dezembro de 2009, ele foi preso por policiais militares da 18ª CIPM (Periperi) e autuado por porte ilegal de arma, na Delegacia de Periperi. Luiz foi flagrado com um revólver. Já no mês de abril de 2010, uma ex-mulher de Luiz registrou queixa contra ele na Delegacia da Mulher (Deam) de Periperi, acusando-o de ameaçá-la de morte, caso ficasse com outro homem. O casal viveu junto durante nove anos e ela revelou na delegacia que o suspeito não aceitava a separação.




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