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Sex, 21/04/2017 | Atualizado em: 21/04/2017 às 05h00

Aparição de corpo cercada de mistério

Alexandre Santos
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"Procuramos o meu filho na mata durante os três dias, mas não o encontramos. Só depois o corpo veio aparecer. Alguém colocou o corpo dele lá", desabafou ontem a dona de casa Roselândia Santos, 45, mãe do adolescente Guilherme dos Santos Pereira da Silva, 17, encontrado morto na tarde de quarta-feira (19), em uma mata fechada às margens da Avenida Luís Eduardo Magalhães.

O terreno fica nos fundos do pomar do restaurante Paraíso Tropical, cujo acesso se dá pela Rua Edgard Loureiro, no Cabula.

Familiares suspeitam que algum segurança tenha atirado em Guilherme e modificado a cena do crime. O empresário Beto Pimentel, dono do estabelecimento, nega tal versão. Segundo parentes, Guilherme e mais três amigos – também menores - entraram no local para pegar frutas, por volta das 16h de segunda-feira (17).

Em depoimento, os garotos contaram que Guilherme estava no alto de um pé de acerola quando teriam ouvido tiros. Na versão relatada à polícia, eles disseram que voltaram momentos depois e viram o amigo caído.

"Os meninos vieram me avisar. Fui até lá, entramos na mata, mas só achamos o boné e as sandálias do meu filho sujos de sangue", detalhou Roselândia, moradora de Pernambués.