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Qui, 10/01/2019 | Atualizado em: 10/01/2019 às 05h02


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Vigilante entra em cana por homicídio

Andrezza Moura
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Apesar das câmeras de segurança do Terminal Marítimo de Bom Despacho, na Ilha de Itaparica, terem registrado a presença do vigilante Ricardo Lima dos Santos, 31 anos, no local, na madrugada do dia 31 de dezembro, dia em que Pedro Costa Rosedal Júnior, 25, foi morto, ele nega ter ido trabalhar neste dia e ser o responsável pelos tiros que atingiram o rapaz. A Polícia Civil não tem dúvida de que foi ele quem matou o jovem.

Ricardo compareceu à 19ª Delegacia (Itaparica), na noite da terça-feira (8), acompanhado por um advogado, após passar oito dias sendo procurado pela polícia, e teve o mandado de prisão temporária cumprido.

"Fomos diversas vezes na casa dele e não o encontramos. Ele disse que permaneceu todos os dias em casa, na localidade de Conceição, mas todos os horários que ele falou que estava em casa, estivemos lá, inclusive fizemos fotos", contou o delegado Arthur Magalhães, titular da unidade.

Segundo o delegado, além das imagens, outras provas e declarações de testemunhas e colegas de trabalho de Ricardo comprovam que ele estava de serviço no dia do crime e foi quem atirou e matou Pedro nas dependências do terminal.

Na filmagem cedida pela Polícia Civil, é possível ver quando Pedro acessa a área do guichê do terminal, às 3h37, para em frente ao guichê 01, caminha tranquilamente pelo local e depois retorna para a saída, onde é abordado por Ricardo.