Esporte

Ter, 03/09/2019 | Atualizado em: 03/09/2019 às 04h03


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Reflexo do crescimento do Esquadrão

Felipe Paranhos
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Para além da venda de um atleta para o exterior, o empréstimo com possível compra de Ramires ao Basel (SUI) é representativo de quanto o Bahia cresceu nos últimos anos – tanto no aspecto esportivo quanto no financeiro.

Conforme declarou semana passada o presidente Guilherme Bellintani, a expectativa do clube é de conseguir aumentar em 100% a receita do Bahia ao fim de sua administração. "Em 2017, o clube faturou R$ 95 milhões de receita. A gente projetava crescer entre 15% e 17% ao ano, terminando 2020 com R$ 150 milhões. Era a nossa projeção. A gente tem agora uma possibilidade muito grande de terminar 2020 com R$ 180 a R$ 190 milhões – o que significa dobrar a receita do clube nos três anos da nossa gestão", disse o dirigente ao canal oficial do clube.

Não à toa, no caso de Eric Ramires ser de fato vendido ao clube suíço – o que depende da utilização do atleta em 23 partidas da temporada 19/20 – o Esquadrão terá também dobrado a sua maior venda da história: de R$ 14,5 milhões, com Zé Rafael, para R$ 30 milhões.