Viver Bem

Seg, 16/09/2019 | Atualizado em: 16/09/2019 às 07h40


Viver Bem

Conheça os sinais que indicam o perigo

gabriel conceição*
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almassa.com.br

Sintomas como dor aguda no peito, desmaio e tonturas são fortes indicativos de que uma pessoa pode estar prestes a sofrer um infarto, que ocorre quando uma ou mais artérias que levam oxigênio ao coração (artérias coronárias) são obstruídas abruptamente por um coágulo de sangue.

No Brasil, de acordo com dados do Ministério da Saúde, cerca de 70 mil pessoas morrem por ano de infarto. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o infarto agudo do miocárdio – mais conhecido como ataque cardíaco – mata 15 milhões de pessoas anualmente no mundo.

De acordo com o cardiologista Eduardo Lisboa, pessoas que fumam, têm hipertensão, colesterol elevado, diabetes, sedentarismo, obesidade, estresse, alcoolismo e histórico familiar de infarto são as mais propensas a ter o problema.

No entanto, prestar atenção em alguns sinais que o corpo dá pode ser fundamental para evitar graves consequências, como a morte.

"Geralmente, os primeiros sintomas de um quadro de infarto são dor no tórax, palpitações, falta de ar e dormência nos braços. A crise pode durar meia hora, mas, na maioria dos casos, leva cinco minutos e pode desaparecer, causando a sensação de que tudo passou. Porém, isso é o corpo te alertando semanas antes de acontecer um possível ataque cardíaco", explicou o cardiologista Eduardo Lisboa.

As chances de sobrevivência depois do primeiro ataque cardíaco aumentaram de 50% para 95% nos últimos trinta anos, desde que os remédios e tratamento sejam ministrados e feitos nas primeiras seis horas.

Portanto, se você se encaixar em algum dos grupos de riscos ou ter sentindo algum sintoma, procure imediatamente um cardiologista, pois o tempo é fundamental na prevenção e recuperação de um ataque cardíaco.

"Doenças cardiovasculares, na maioria das vezes, podem ser evitadas com hábitos saudáveis. Pratique exercícios e mantenha uma boa dieta", aconselhou o especialista.

*Sob a supervisão do jornalista Tiago Lemos