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Seg, 23/09/2019 | Atualizado em: 23/09/2019 às 07h51


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Fórmula 1 Soberania italiana em Singapura

Jefferson domingos
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A quebra de jejuns importantes marcou o GP de Singapura, disputado ontem. A começar pelo vencedor no traçado asiático: o alemão Sebastian Vettel, que há mais de um ano - 22 corridas - não vencia na Fórmula 1.

A última vez que ele havia subido no lugar mais alto do pódio foi no GP da Bélgica de 2018.

O segundo colocado foi o monegasco Charles Leclerc, formando a dobradinha da Ferrari no topo, primeira escuderia a conseguir o feito em Singapura. A equipe italiana não colocava os seus pilotos nos dois primeiros lugares desde o GP da Hungria de 2017, vencido por Vettel e que teve Kimi Raikkonen, hoje na Alfa Romeo, em segundo.

Vettel chegou à 53ª vitória na carreira ao adotar uma estratégia eficaz e ser o primeiro dos líderes a fazer pit stop. Com os novos pneus, o alemão superou o parceiro Leclerc e o inglês Lewis Hamilton, que chegaram a liderar, mas não sustentaram a vantagem.

Por coincidência, o alemão havia sido o último piloto da Ferrari a vencer em Singapura, isso em 2015. Agora ele soma cinco triunfos no local.

A vitória tem um sabor de redenção para Vettel, que vinha de um período conturbado. "O início da temporada foi difícil para nós, mas nas últimas duas semanas, realmente nós voltamos a estar vivos", disse o piloto .

O holandês Max Verstappen, da Red Bull, que parou na mesma volta do que Vettel, completou o pódio na terceira colocação. A Mercedes, tida como favorita para vencer em Singapura, teve um desempenho ruim e ficou fora do pódio. Líder do campeonato, Hamilton terminou a corrida em quarto e, apesar de não vencer há três corridas, ainda está confortável na liderança.