Imagens feitas antes da pandemia do novo coronavírus. Foto: Gui Dalzoto

Lançamento de ‘Confraternização Família Santana’, que faz referência à famosa e saudosa fita K-7, está previsto para o dia 27 deste mês.

Não há dúvidas que Luan Santana é um “moço de família”,e o seu mais novo trabalho comprova isso. “Confraternização Família Santana”, nascido de um despretensioso encontro em um sítio em Porecatu, no Paraná, reúne familiares e músicos amigos do artista em um repertório repleto de modão.

Os registros ganharam amplitude quando caíram nas redes sociais. Agora, o público poderá conhecê-lo na íntegra a partir do dia 27 de agosto. O trabalho foi gravado em dezembro do ano passado, antes da pandemia do novo coronavírus no Brasil.

Será uma boa oportunidade para o público conhecer a intimidade do artista sertanejo. A “Confraternização Família Santana”, em referência às famosas fitas K-7–por causa das nostálgicas etiquetinhas que identificavam as gravações caseiras da saudosa fita K-7–, será um material intimista com 17 canções divididas em três EP’s, sendo dois com seis faixas e um com cinco.

Ao longo de nove semanas,as pessoas terão acesso ao material e, a cada quatro dias, um vídeo especial mostrando Luan cantando em momentos familiares estará em todas as plataformas do cantor,

O repertório desse trabalho tem canções como “Rastro da lua cheia”, de Almir Sater e Renato Teixeira; “Minha estrela perdida”, de César Augusto e Piska; “Foi Covardia”, de Bruno, Felipe e Vinicius; “O grande amor da minha vida (Convite de casamento)”,de Nino e Jeferson Farias; “Um homem apaixonado”, de Lucimar; “Aparências”, de Fátima e Curi; “Eu Mereço”, de Rick; “Por te amar assim”, de Eduardo Reys, Lucas Robles, Maroln e Maicon; e “Insegurança”, de Valtinho Jota.

Além disso, estarão presentes músicas como “A noite do nosso amor” e “Noite Maravilhosa”, além de “É minha vida”, de Zezé di Camargo; “A dor desse amor”, de Osmar, Olfano e Piska; “A sua vista”, de Mauro Gasperini e Maurício Gasperini; pout-pourri de “Memória”, de Cida Moraes e Matogrosso, e “Caçador de corações”, de Jeferson Farias e Mario Maranhão; “Eu e meu pai”, de Cleide e Vicente Dias; “Contratempos”, de Joel Marques e José Homero; e “Um novo cara”, de Carlos Eduardo, Darci Rossi e Alexandre.